O Brasil está diante de uma janela que poucos mercados no mundo têm hoje.
Desde dezembro de 2025, os Estados Unidos bloquearam novas autorizações para drones agrícolas de fabricação estrangeira. Na prática, os operadores de lá descobriram o custo disso: as alternativas nacionais custam de três a cinco vezes mais que as plataformas que substituem.
O Brasil seguiu o caminho oposto. Temos acesso pleno à melhor tecnologia, com preço competitivo e regulação madura. O novo Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Especial nº 100 entrou em vigor este ano, alinhando o país aos padrões internacionais e nos colocando entre os ambientes regulatórios mais estruturados do mundo.
E o mercado responde. A frota saiu de 3 mil equipamentos em 2021 para mais de 35 mil em operação, com crescimento anual perto de 35%. O potencial estimado, pela nossa área plantada, é de 200 mil drones.
Estamos em menos de 20% do que esse mercado comporta.
Mas o dado que revela o verdadeiro gargalo é outro: apenas 2.618 aeronaves estão cadastradas para pulverização no MAPA. E falta piloto qualificado para sustentar a demanda que já existe.
O desafio deixou de ser tecnológico. O equipamento existe, é acessível e funciona. Falta estrutura comercial, capacitação e operação profissional.
É esse o trabalho que construímos na Agrosure junto à EAVision: distribuição, capacitação técnica, suporte pós-venda e o acompanhamento que transforma um drone entregue em resultado no campo.
Por isso o convite. Se você tem uma revenda, cooperativa ou prestadora de serviços e enxerga essa mesma janela, vamos conversar.
O mercado está aberto e a demanda existe. Quem construir estrutura agora vai definir os próximos anos.